7/28/2005

Templates instrucionais

Como o cérebro aprende?

Todas essas teorias giram em torno de uma só idéia: ao conhecer um novo objeto, o cérebro vai compará-lo com todos os outros objetos que ele já conhece para analisar, entender, classificar e assimilar este novo objeto.

Quando o cérebro se depara com um novo objeto que se encaixa facilmente em algum modelo já conhecido, menos tempo vai ser necessário para incorporá-lo a sua lista de objetos já conhecidos.

É assim que funcionam os templates.

O template instrucional é um modelo padronizado de apresentação de informações em um curso on-line. Criado sob métodos instrucionais fundamentados e dentro dos padrões mais comuns, ele facilita a identificação da importância de cada item apresentado em uma tela.

7/27/2005

To storyboard or not to storyboard, that is the question

Storyboard em Word

Normalmente realizado em PowerPoint, o storyboard é um produto crítico da fase de Desenho dos cursos on-line. Em empresas que desenvolvem muitos cursos ao mesmo tempo, existe o desafio de criar um storyboard prático, que possa ser manipulado por várias pessoas, cada uma delas criando individualmente.

Instructional Designers podem ser grandes PowerPointers: animações mirabolantes, homens palitos dançarinos, textos espirálicos... O seu designer realmente vê o storyboad em modo apresentação? E o cliente? Quão confortável o seu cliente está para realizar uma alteração em PowerPoint? E se ele estiver à vontade a ponto de remodelar a sua estratégia instrucional?

Storyboard em Word - Vantagens


  • Fácil e rápido para toda a equipe.

  • Fácil e rápido para a validação do cliente. Ele mesmo pode indicar as alterações necessárias.

  • Flexível para acomodar diferentes estratégias instrucionais (Uma boa descrição por escrito nunca falha!)

  • Eficiente na inserção comentários.

  • Rápida inclusão de mudanças.

  • Visão do todo.

  • Centrado no conteúdo – visão do fluxo das informações a serem passadas.


  • Outras considerações aqui.



    To Storyboard or Not to Storyboard, That is the Question

    The storyboard is a crucial tool in the development of e-learning. It helps the Instructional Designer to organize the content in a way that shows the validator what the course will be like and also serves as a bridge between design and development. But just building a storyboard in a way that the client and the designers understand can take quite a while, sometimes demanding the graphics team to jump in early in the project. Experience also shows that the no matter how careful the storyboard is built and how many times it is validated, the client will still have difficulties in wondering what the final result will really look like. This may lead to last-minute adjustments when the course is ready that can crush your project schedule. New ways of accomplishing those tasks can be much faster and more efficient than the traditional storyboard model, and at the same time ensuring the quality of the course will remain as satisfying as ever, if not even better. This topic will discuss ideas that were tested in the real world leading to a faster and more cost-effective design phase without sacrificing the quality of the course.

    Fábio M.
    eLearning DevCon 2005
    De 15 a 17 de agosto, no Oregon.


    Quem sabe na volta ele disponibiliza os hand-outs aqui no Idearios, né?


    Parabéns e boa sorte, Fábio!

    7/26/2005

    Onde está o que eu quero?

    Tem-se falado muito em se explicitar o objetivo ajuda o aluno a encontrar o que quer. A verdade é que estamos esquecendo o modo mais simples de fazermos isso:

    Googleize e-Learning programs for repeat value

    We love Google for the way it helps us search tons of information to retrieve just the bytes we need, and for the way it helps us do this in a flash.

    Wouldn’t it be neat if we added a “Search Function” in our e-Learning programs?

    Such a feature can definitely assist participants in searching for relevant and meaningful topics during the initial learning process, or when they visit the program at later times. Just as in Google, the search can be done through the use of a “key word,” Alternatively, one can also search by program, topic, type of content, etc.


    Jimenez no The eLearning Developers´ Journal.


    Search is so highly personal that searching is empowering for humans like nothing else. It is the antithesis of being told or taught. It is about self-empowerment; it is empowering individuals to do what they think best with the information they want… Search is the ultimate expression of the power of the individual, using a computer, looking at the world, and finding exactly what they want—and everyone is different when it comes to that.

    Eric Schmidt, Google CEO.


    Let´s Googleize it!

    7/23/2005

    RSS o que?

    Pra quem ainda não se achou na história do RSS, aí vai uma ajudinha:


    An Introduction to RSS for Educational Designers



    Volto em breve pra falar de RSS e de Stephen Downes no Learning Development Cycle.

    7/19/2005

    Captura de Imagens

    Além dos softwares de captura de procedimentos, existem também os de captura de telas/imagens. Sempre muito úteis em tutoriais e treinamentos de software, são utilizados para copiar a imagem de parte da tela, botões, menus etc.

    As imagens geradas por estas aplicações podem ser utilizadas direto no formato gerado (GIF, JPG, PNG) ou em animações Flash.

    Estas são algumas ferramentas que realizam este tipo de procedimento.


    Screen Loupe

    Ele abre uma janela que reproduz a área a ser copiada, que é a indicada pelo mouse. Dando Ctrl+C ele captura a imagem e Crtl+G, abre a ferramenta de edição que você indicou. Aí é só colar e salvar.

    Você pode habilitar réguas horizontais e verticais para guiar a captura, mas a melhor funcionalidade é mesmo a lupa (zoom). O redimensionamento é bom.


    ScreenHunter

    Disponível também em versão Freeware.

    Você já se deparou com um SME que deu PrintScreen em um curso inteiro para validá-lo? Isso já aconteceu comigo algumas vezes. Essa ferramenta seria uma grande descoberta para todo eles...

    Piadas a parte a ferramenta é muito útil. Eu tenho sérios problemas com PrintScreen: acho o Paint meio deprimente e o Photoshop é pesado demais só pra salvar screen shots. O ScreenHunter resolve tudo isso.

    Ele faz o printscren e já salva um arquivo no formato desejado (BMP, GIF etc.) e também te dá a opção de capturar a tela em três modos: tela cheia, janela ativa e área delimitada.

    Bem útil.


    Snag It

    Disponível em Trial Version.

    Não é exatamente uma ferramenta para fazer simulações (como Captivate ou o Wink) mas é muito útil para as outras partes do curso.

    Poder capturar só um menu ou só um botão já é um adianto. Nada é pior do que ficar recortando partes de um PrintScreen....

    Estas são as opções disponíveis no Snagit:

    A region to a file - Faz um screenshot da área delimitada e salva em um arquivo de imagem (BMP, GIF, PNG).

    A region to a clipboard - Faz um screenshot da área delimitada e coloca-o na área de transferência.

    A window to a file - Faz o screenshot da janela indicada e salva em m arquivo de imagem.

    A scrolling window - Faz o screenshot de uma janela com todo o conteúdo (tudo o que é visto quando você desce a barra de rolagem) e salva na área de transferência.

    A object on the screen - Copia qualquer objeto para a área de transferência: botões, caixas, ícones...

    The entire screen - Faz um screenshot da sua tela cheia.

    Text from a window - Transforma todo o texto de uma janela em texto ASCII.

    Free hand region - Faz um screenshot da área marcada à mão livre.

    A menu with time delay option - Captura a imagem de um menu, no nível em que ele for aberto até o tempo limite.

    Record a video of the screen - Grava um AVI com o procedimento exevutado na área delimitada.

    All images from a website - Copia todas as imagens de uma url.

    A DirectX application - Faz um screenshot de uma aplicação DirectX.

    Pessoalmente, prefiro o Snag It. Ele cobre todas as minhas necessidades na hora de copiar imagens para um curso ou uma apostila.

    7/14/2005

    Simulações

    Simulações de procedimentos em cursos de software e tutorais podem enriquecer o seu curso:

  • Motivação e interesse - A proximidade da experiência real pode ser mais estimulante.


  • Conhecimento com profundidade - O treinando pode solucionar problemas e testar suas habilidades.


  • Melhores práticas - A simulação é uma maneira prática de difundir as dicas de usuários mais experientes ou dos desenvolvedores.


  • Ambiente de baixo risco - As ações em ambiente simulado não têm conseqüências.



  • Utilizando simulações

    Simulações podem não ser a melhor solução para todos os desafios de treinamento. Para fazer essa análise, faça as seguintes perguntas ao seu SME:

  • Para realizar uma só tarefa são necessários vários procedimentos diferentes?


  • A tarefa é complexa, mas as situações podem ser definidas?


  • As conseqüências do "erro" neste procedimento são relevantes?


  • Existem várias maneiras de executar um procedimento, mas uma é a mais eficiente?


  • Existe um especialista disponível para indicar as melhores práticas?


  • Se as respostas forem positivas, a melhor saída poder ser a simulação.


    Modelos de apresentação de simulações

    Os modelos de apresentação das simulações são baseados em teorias de educação para adultos.

    Uma dessas teorias é a Total Performance Support Model, da RWD Technologies, que propõe um modelo orientado a processos formado por 5 fases:



  • Prepare Me - São comunicados, reuniões, plano de gestão de mudança. O treinando fica sabendo que participará de um treinamento.


  • Tell Me - Nesta fase o aluno conhece o conceito do procedimento a ser apresentado.


  • Show Me - O procedimento é visualizado com explicações em caixas de texto.


  • Let Me - O aluno realiza efetivamente o procedimento na simulação. Pode ser com ou sem ajuda do interlocutor do curso.


  • Help Me - Ferramentas como tutoria, apostila, ajuda on-line etc.


  • Sendo assim, a primeira e a última fase não fazem parte do curso on-line, somente da estratégia.


    Construindo um objeto de aprendizagem de procedimento (Cisco, 2003)

    Um procedimento é uma seqüência de passos que devem ser seguidos para realizar uma tarefa ou tomar uma decisão. As ações desse procedimento devem ser realizadas sempre da mesma maneira na situação ilustrada.
    O objeto de procedimento tem a sua prática (neste caso, a simulação) em um exemplo baseado nas tarefas do dia-a-dia do treinando.


    Requisitos de objeto de procedimento:


    Introdução - Requisito obrigatório

    Instruções:
  • Esclarecer o propósito do objeto e mostrar ao treinando o que ele pode esperar aprender.

  • Curto e direto.

  • Não citar outros objetos.



  • Fato - Requisito opcional

    Instruções:
  • Utilizar apenas quando necessário para explicar o procedimento.

  • Fatos podem ser colocados em uma coluna de uma tabela de procedimentos.

  • Utilizar as instruções para a criação de objetos do tipo FATO.

  • Se forem necessários muitos fatos para esclarecer o conceito, transforme o esclarecimento em um objeto FATO, separado.


  • Tabela de Procedimentos - Requisito opcional

    Instruções:
  • Iniciar com uma frase introdutória.

  • Nomear as colunas adequadamente. Exemplo: Passo - Ação.

  • Inicie cada ação com um verbo.

  • Cada passo deve conter apenas uma ação.


  • Tabela de Decisão - Requisito opcional

    Instruções:
  • Iniciar com uma frase introdutória.

  • Nomear as colunas adequadamente. Exemplo: Se - Então.

  • Definir a condição (se) e a ação (então) de forma que elas formem a frase.

  • Aproveitar as palavras repedidas para o cabeçalho das colunas.


  • Tabela Combinada - Requisito opcional

    Instruções:
  • Aplicar as instruções para os tipos de tabelas utilizadas.

  • Normalmente é uma tabela de procedimento que tem decisão em alguns dos passos.

  • Estruturar como uma tabela dentro de uma tabela.


  • Demonstração - Requisito opcional

    Instruções:
  • Demonstrar o procedimento.

  • Utilizar multimídia

  • Pode ser realizada pelo personagem, se houver.



  • Buscando a ferramenta ideal

    Há não muito tempo, a melhor maneira de construir uma simulação de software era criando uma animação em Flash. Era demorado e trabalhoso.

    Hoje, softwares especializados tornam possível capturar um procedimento no sistema exatamente da forma como ele é realizado, incluindo interações de mouse e teclado - tudo isso automaticamente.

    Realizadas essas capturas, podem-se editar os procedimentos, incluindo destaques, caixas de texto e balões, ajustando até intervalos de tempo entre uma ação e outra.

    Antes de escolher a aplicação para realizar esse tipo de tarefa, além de analisar suas necessidades de treinamento, analise cuidadosamente a ferramenta.


    Captivate

    O Captivate tem um problema sério: bagunça as imagens das telas e não carrega algumas imagens. Por exemplo, se você abrir um diretório, ele pode não capturar a imagem do conteúdo da pasta (os thumbnails, ícones, nomes de arquivos etc.). A única solução pra esse problema é a tela PrintScreen, que força a captura de qualquer tela e pode ser utilizado para garantir que aquela 'cena' está sendo incluída na simulação. Esse é um recurso muito bom para dupliar frames durante a captura do procedimento, mas se for necessário utilizar o truque só para garantir que a simulação saia perfeita, já viu: você vai duplicar é o tempo gasto nas capturas.

    A primeira coisa que me pareceu estranha foi o fade dos captions, mas esse atributo é editável. Também me chamou atençao o recurso de utilizar as instruções automáticas de mouse over dos botões como dica. Ele faz tudo automaticamente, mas se for o caso, você pode editá-los.

    Corretor Ortográfico é sempre um ponto a mais para esse tipo de software. Eu diria até imprescindível!

    A captura é exportada para um arquivo Flash e você conta com a ajuda de tutoriais feitos no próprio software.


    Wink

    A primeira vantagem do Wink é o fato de ser freeware e ter uma versão em Português.

    Esta ferramenta gera apenas o modo de visualização do procedimento. O que pode ser feito para garantir que o usuário não vai se perder do 'filminho' é colocar botões de 'Next/Próximo' em alguns pontos para forçar o usuário a interagir com a simulação para continuar.

    Você pode capturar o procedimento automaticamente ou ainda marcar manualmente cada tela que deve ser capturada (a cada ação você tecla Pause).

    O Wink exporta um arquivo Flash redimensionável, mas a proporção dele não é muito confiável. A chance de ficar ilegível grande, precisa de bastante cuidado. Ele também monta arquivos PDF, HTML e PostScript. Pra quem gera apostila é uma mão na roda.

    O que eu não vi foi o corretor ortográfico.

    Snagit

    Disponível em Trial Version.

    Não é exatamente uma ferramenta para fazer simulações (como Captivate ou o Wink) mas é muito útil para as outras partes do curso.

    A opção Record a video of the screen grava um AVI com o procedimento exevutado na área delimitada, mas dessa forma você perde a interação.


    IBM Simulation Producer

    É o meu companheiro de anos. Ferramenta disponível só para clientes/parceiros da consultoria, além do modo em que o treinando só visualiza o procedimento, você pode criar também dois modos interativos: um em que é possível realizar o treinamento com instruções e um modo em que o procedimento é realizado como no ambiente normal, sem nenhuma dica. Esse modo de simulação do ambiente real pode contar o número de acertos, mas essa contagem é um pouco duvidosa.

    O Simpro disponibiliza a simulação em duas formas: em HTML (animado com ajuda de Java) e Flash, mas essa última opção gera problemas de WYSWYG.

    Depois de algum tempo, você aprende como manipular as imagens e conseguir dele o que você quer, mas o princípio é sempre traumático. Depois de todo esse tempo, claro que eu adquiri todo um carinho e uma relação de cumplicidade com a ferramenta. Hoje, eu até recomendaria em alguns casos...


    Outros softwares:


    SoftwareEmpresa
    CamstasiaTech Smith
    Expert AuthorKnowledgeQuest
    FireflyKnowledgePlanet
    InfoPak SimulatorRWD Technologies
    KSHelperKnowledge Solutions
    OnDemand Personal NavigatorGlobal Knowledge
    RapidBuilderXStreamSoftware
    STT TrainerSTT
    The Wizard Training SuiteAssima
    ViewletBuilderQarbon


    Todos as ferramentas citadas nesta tabela foram apenas referenciadas por outros links que encontrei nas minhas pesquisas. Não sei exatamente que tipo de simulação é possível fazer com nenhuma delas.
    Se você estiver testando algumas delas, escreva-me com a sua opinião e as suas dicas. Todas as informações serão incluídas aqui.


    ... e lembre-se:

  • Tenha sempre à mão a configuração mínima exigida pela ferramenta escolhida.

  • Fique atento às configurações mínimas de hardware e software do seu cliente.
  • 7/12/2005

    Taxonomia, TAGS e bibliotecas.

    Andei pesquisando taxonomias para criação de metadados para organizar bibliotecas de templates.

    Aqui tem um paper em português sobre taxonomia, metadados e categorização.
    Pra quem gosta de taxonomia o Living Taxonomy também é a boa. Eles estão documentando taxonomia para todo tipo de conhecimento e utilizando Wiki para isso.

    De qualquer forma, a melhor forma de categorizar objetos de aprendizagem ou bibliotecas de templates parecem ser as TAGS. Eles te permitem uma classificação infinita, com quantos critérios quantos você imaginar.
    Os agregadores RSS usam muito TAGS para classificar seus feeds e por mais caótica que pareça a idéia fica bem organizado.

    TAGS são palavras chaves e funcionam mais ou menos assim:

    Imagine que você adicionou um objeto chamado "Utilizando a Ajuda do Windows" ao seu repositório de objetos de aprendizagem .
    Você atribui a ele as seguintes TAGS:

  • Procedimento: Utilizando a ajuda do Windows

  • Windows

  • Ajuda

  • Ajuda do Windows

  • Procedimento


  • Neste repositório existe um campo de busca. Lá, toda vez que alguém digitar uma ou todas essas palavras, o resultado da busca mostrará o seu novo objeto.

    Essa ferramenta de busca deve ter uma rotina que ordene os resultados julgando quais são os mais adequados àquela pesquisa, mas hoje você pode pegar uma rotina dessas pronta e de graça na internet. Você pode inclusive escolher os critérios que levam a essa escolha do mais indicado. Um bom critério pode ser "quantas vezes foi utilizado para esse fim?".

    O Flickr também classifica as fotos com TAGS. Toda vez que você adiciona uma foto, pode incluir quantas TAGS quiser e elas serão utilizadas na seção de buscas do site.

    No caso de uma biblioteca de templates ou de learning objects, fica mais interessante se cada usuário puder incluir suas próprias TAGS a cada utilização do objeto. Isso vai tornar a busca cada vez menos precisa, mas talvez o grande feito seja realmente ter uma busca abrangente, podendo ver quais objetos foram usados em situações parecidas com a que você se encontra. É uma boa saída para momentos em que a inspiração não está ao seu lado. Olhar para os objetos talvez te ajude a escolher aquele que terá a melhor aplicação (especialmente se o objeto for um template, que é uma coisa tão visual).

    Os caminhos dos metadados para qualquer tipo de objeto em e-learning parecem apontar diretamente para as TAGS.

    7/11/2005

    Senta aqui no divã do SME!

    Conducting Successful SME Interviews


    Quando eu leio essas coisas eu fico reconfortada. Saber que não é só você que passa por isso é muito bom.

    Eu só queria acreditar que dá pra melhorar. As vezes fica bem difícil.

    Sigo lendo e tentando... Tentando acreditar, tentando fazer essa interação ser o menos traumática possível.

    Um dia eu encontro a fórmula secreta e conto pra todo mundo!

    7/10/2005

    What Do Instructional Designers Design?

    What Do Instructional Designers Design?

    Adorei.

    Sei lá se o cara tem razão nos modelos propostos (parece ter), mas que ele sabe defendê-los como ninguém, sabe.

    7/08/2005

    Jogos para Educar

    http://ludology.org/

    Muito bom. A área de pesquisa é video game, mas tem muita coisa interessante.

    Os links são muito interessantes e tem alguns artigos e papers também.

    7/06/2005

    Repositório de LOs

    http://www.wisc-online.com/

    Neste endereço funciona um repositório de Learning Objects.

    A maior parte deles são multimídia completas, não exatamente objetos que podem ser carregados em um curso, mas dá pra ter uma idéia do potencial do conceito.

    7/05/2005

    Rule of Thirds and Gold Mean

    O Morguefile é um site de fotografia e ele tem uma lição de composição execelente.

    Fala sobre a regra dos terços, uma regra básica sobre pontos de atenção na imagem.

    É muito fácil de entender e muito aplicável na hora de criar uma animação ou um template para educação a distância.

    Muito útil.

    7/03/2005

    Design and Evaluation

    A Study of the Design and Evaluation of a Learning Object and Implications for Content Development

    7/02/2005

    Desenhando...


    Creating web courses
    Muito bom. É um cursinho, mesmo. E ele ainda começa com um questionário pra testar seus conhecimentos sobre desenho instrucional.

    Usability in E-Learning
    Que tal pensar em USABILIDADE?

    What Makes a Design Seem 'Intuitive'?
    Artiguinho super simples. Mas o assunto é bem importante.

    Screens With a Clear View
    Bom. Dicas simples e rápidas. Com exemplos.

    Classic learner interface errors
    Pobre, mas direto ao assunto.