6/28/2005

How we acquire, store, and retrive knowledge?

Atrás do lóbulo ocipital, fica o córtex visual. Este é o local em que o cérebro processa o estímulo visual.

O reconhecimento dos objetos é feito na base do lóbulo temporal, onde fica o lóbulo inferotemporal.

Existem algumas teorias sobre o que acontece no lóbulo inferotemporal.

Na Template Maching Theory (Neisser, 1964), para reconhecer um objeto, o cérebro o compara com um grupo de imagens de objetos semelhantes já conhecidos. Feita essa comparação, o cérebro assume que aquele objeto corresponde ao objeto da imagem que ele considerou mais próxima da que se apresentava.

Na Feature Analysis (tô procurando o dono, alguém ajuda?), ao invés de comparar o objeto a um grupo de imagens de objetos, o cérebro tenta primeiramente analisar cada parte deste objeto para determinar o que ele é. Como uma mesa: uma mesa é formada por uma superfície horizontal e pés verticais. Ao ver uma mesa, você a reconhece porque aquele objeto cumpre todos os requisitos para ser considerado uma mesa.

Existe também a Recognition-by-components Theory (Biederman, 1987). Segundo ela, o cérebro não reconhece um objeto montando suas partes, e sim dispondo componentes tridimensionais: os geons. A diferença entre a Recognition-by-components Theory e a Feature Analysis está no tipo de "partes" que são montadas para reconhecer um objeto.

A teoria de mais aceita atualmente é a Viewer-Centered Theory (alguém? alguém??). A Viewer-Centered Theory, vê o processo de reconhecimento de objetos pelo cérebro de uma maneira mais ágil. Ao invés dos objetos serem reconhecidos por simples comparação ou aplicação de algoritmos, o cérebro guarda uma série de imagens, em vários ângulos, de cada objeto que ele já conhece ou imagina. Dessa forma, a cada objeto novo, ele realiza uma análise do todo e de suas partes utilizando essas imagens e, então, o reconhece.

Todas essas teorias giram em torno de uma só idéia: ao conhecer um novo objeto, o cérebro vai compará-lo com todos os outros objetos que ele já conhece para analisar, entender, classificar e assimilar este novo objeto.

Quando o cérebro se depara com um novo objeto que se encaixa facilmente em algum modelo já conhecido, menos tempo vai ser necessário para incorporá-lo a sua lista de objetos já conhecidos.


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